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    Episódio #35: Trocando as engrenagens patriarcais da universidade: institucionalização da resistência feminista em Roraima (RR)

    09/12/2025 | 38 min
    Nessa Sexta Temporada a gente encerra um ciclo que iniciamos em 2023. Desde então, vocês acompanharam a gente pela América Latina, com uma série na Argentina e outra na Colômbia, e com as temporadas feitas aqui no Brasil, ouvindo pesquisadoras feministas da antropologia da ciência e tecnologia. A nossa primeira gravação foi aqui em Campinas, na cidade em que produzimos o Mundaréu. Passamos pelo Sul do país, em Porto Alegre. Pelo Nordeste, em Maceió e São Luís. Também no Centro-Oeste, em Goiânia. No sudeste, fomos juntas para o Rio de Janeiro e para o Vale do Jequitinhonha. Chegamos ao Norte, em Belém e na Ilha de Marajó.

    E a gente encerra hoje com um episódio gravado na capital brasileira mais ao Norte do país: Boa Vista. Como tornar a universidade mais segura para nós mulheres? A gente conversou com as  professoras Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues, da Universidade Federal de Roraima, a UFRR. Elas falaram sobre suas atuações e pesquisas sobre violência de gênero. E nos levaram para conhecer a Comissão Permanente de acolhimento, prevenção e enfrentamento às violências na Universidade Federal de Roraima, a CPAPEV.

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículos lattes de Luziene Corrêa Parnaíba

    Currículos lattes de Francilene Rodrigues

    Site da Universidade Federal de Roraima (UFRR)

    Site do Observatório da Violência Contra Mulher em Roraima

    Instagram da CPAPEV @cpapev.ufrr

    Site do Grupo de Estudo Interdisciplinar sobre Fronteiras (GEIFRON)

    Site do Programa Sociedade e Fronteiras (PPGSOF)

    Site do Programa de Recursos Naturais

    Site do Conselho Universitário da UFRR

    Site  Pró-reitoria de Gestão de Pessoas da UFRR

    Resolução  CUNI/UFRR nº 091, de 16 de outubro de 2023

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículos lattes de Cristina Nascimento Oliveira

    Currículo lattes de Márcia Maria de Oliveira

    Referências

    OLIVEIRA, Cristina N. . ‘Amor de mina’: perfil de trabalho de brasileiras no ramo da prostituição em Las Claritas (Venezuela). In: Francilene dos Santos Rodrigues; Mariana Cunha Pereira. (Org.). Estudos Transdisciplinares na Amazônia Setentrional: fronteiras, migração e políticas públicas. 01ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2012, v. , p. 57-68.

    CORRÊA, Mariza. Morte em família: representações jurídicas de papeis sexuais. Rio de Janeiro, Graal, 1983.

    SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. E-cadernos CES, n. 18, 2012.

    SEGATO, Rita. As Estruturas elementares da violência. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo.  2025. 

    Expediente

    Apresentação: Fernanda Mariath e Irene do Planalto Chemin

    Entrevistadas: Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues

    Transcrições das Entrevistas: Igor Pereira 

    Roteiro: Fernanda Mariath

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica e Fernanda Mariath

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira 

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Cartaz na CPAPEV na UFRR. Fotografia de Fernanda Mariath, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Fernanda Mariath e Igor Pereira

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues
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    Episódio #34: Saberes feministas e experiências de militância e pesquisa no Maranhão (MA)

    11/11/2025 | 37 min
    Quais são os desafios de construir uma universidade mais democrática e feminista? Como enfrentar a violência de gênero dentro das instituições de ensino? E de que forma a militância e a pesquisa podem se encontrar para transformar a realidade? No episódio de hoje, a gente vai até São Luís, no Maranhão, para ouvir as trajetórias de Neuzeli Pinto (UEMA) e Mary Ferreira (UFMA), duas referências no movimento feminista e na pesquisa acadêmica. Elas contam como desde os anos 1980 articulam a luta política, a militância e a produção de conhecimento, enfrentando resistências institucionais e criando espaços de cuidado e transformação.

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículo lattes Neuzeli Maria de Almeida Pinto

    Currículo lattes Mary Ferreira

    Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)

    Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

    Instituto Federal do Maranhão (IFMA) 

    NEGESF/UEMA (Núcleo de Estudos e Pesquisa de Gênero, Sexualidade e Família da Universidade Estadual do Maranhão)

    NIEPEM/UFMA (Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Sobre a Mulher, Cidadania e Relações de Gênero da Universidade Federal do Maranhão)

    REDOR (Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher e Relações de Gênero)

    Comitê de prevenção e combate à violência de gênero – UEMA 

    Instagram do Fórum Maranhense de mulheres 

    Grupo de Mulheres da Ilha

    Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão – FAPEMA

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículo lattes de Diomar das Graças Motta

    Currículo lattes de Yêda Sá Malta

    Currículo lattes de Sandra Maria Barros Alves

    Currículo lattes de Lucila Scavone 

    Currículo lattes de Silvane Magali

    Currículo lattes de Lourdes Leitão

    Referências

    PINTO, Neuzeli Maria de Almeida; FERREIRA, Mary. Curso de Extensão: capacitação de professores/as da rede pública de ensino: educação para a igualdade de gênero. São Luís: EDUEMA, 2024.

    PINTO, Neuzeli de Maria de Almeida; MATEUS, Anna Sarah Alhadef Sampaio; FILGUEIRAS, Rayllanne Rebecca Pereira. Mulheres e gênero na universidade: desigualdades e desafios na ciência. In: JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS – JOINPP, 2025. Anais […]. [S. l.: s. n.], 2025.

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO. Resolução n. 1114/2022 – CONSUN/UEMA. Cria a Política de Prevenção e Combate à Violência de Gênero no âmbito da Universidade Estadual do Maranhão. São Luís, 15 dez. 2022.

    FERREIRA, Mary. Feminismos no Nordeste brasileiro, Polis [Online], 28 | 2011. 

    Materiais Extras

    BARROS, Thays Regina Assunção; PINTO, Neuzeli de Maria de Almeida. Os desafios da maternidade no mercado de trabalho na atualidade. PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP, Macapá, v.17, n.3, p.154-173, 2024.

    FERREIRA, Maria Mary. Gênero, representação política e os processos de interdição das mulheres no Brasil. Caderno de Campo: Revista de Ciências Sociais, v. 23, esp. 2: Epistemologia Feminina: as mulheres e suas lutas no campo e na cidade das Amazônias, 2023.

    FERREIRA, Mary. Movimento de mulheres e feministas e sua ação anticapitalista no Brasil e Maranhão. Revista de Políticas Públicas, v. 18, p. 359–367, 5 Ago 2014.

    FERREIRA, Maria Mary. Mulheres, resistência feminista na luta anti fascista no Brasil. Crítica e sociedade, v. 12 n. 1: Dossiê: Ascensão da extrema-direita: Utopia reacionária? – Volume II, 2022.

    GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere, v. 1, tradução de Carlos Nelson Coutinho, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

    PINTO, Neuzeli Maria de Almeida; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Simone Souza da Costa. A rede de apoio social e o papel da mulher na geração de ocupação e renda no meio rural. Temas psicol.,  Ribeirão Preto ,  v. 21, n. 2, p. 297-315,  dez.  2013 .   

    SOUZA, M. dos R. A.; DE SOUSA, F. T. L.; PINTO, N. M. de A. A pluriatividade da agricultura familiar na zona rural do município de Alcântara – MA. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 1377–1391, 2023. 

    Expediente

    Apresentação: Maxie Viana Pereira e Clarissa Reche

    Entrevistadas: Neuzeli Maria de Almeida Pinto e Mary Ferreira

    Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana Pereira

    Roteiro: Maxie Viana Pereira

    Revisão do roteiro: Clarissa Reche, Igor Pereira e Daniela Manica

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Maxie Viana e Vanessa Lourenço

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira 

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Portal da Universidade do Estado do Maranhão, fotografia de Vanessa Lourenço, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Maxie Viana Pereira e Clarissa Reche

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Neuzeli Maria de Almeida Pinto, Mary Ferreira, Vanessa Lourenço, UFMA.
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    Episódio #33: Mapas de Luta: Território, Memória e Resistência no Maranhão (MA)

    14/10/2025 | 38 min
    Como pode um mapa se tornar ferramenta de resistência? De que forma comunidades quilombolas, indígenas e quebradeiras de coco transformam a memória em território? E o que acontece quando a luta por terra entra em conflito com grandes projetos de desenvolvimento, como uma base de lançamento de foguetes?

    No episódio de hoje, conversamos com Patrícia Maria Portela Nunes, professora da UEMA e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia, e com Elieyd Sousa de Menezes, antropóloga e pesquisadora do mesmo programa. Juntas, elas mostram como a cartografia social pode ser prática política, memória coletiva e ferramenta de resistência.

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículo lattes de Patrícia Maria Portela Nunes

    Currículo lattes de Elieyd Sousa de Menezes

    Currículo lattes de Cynthia Carvalho Martins

    Currículo lattes de Regiane Pinto

    Programa de Pós-graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia – UEMA

    Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia 

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículo lattes de Regiane de Jesus Pinto

    Currículo lattes de Rosa Eliana Torres

    Referências

    ANJOS, L. (Org.) ; NUNES, Patrícia Portela (Org.) . Direitos, Resistências e Mobilizações: A luta dos Quilombolas de Alcântara e a Base Espacial. 1. ed. Rio de Janeiro: Casa 8, 2016. v. 6. 129p .

    FARIAS JÚNIOR, E.A. ; SATARE-MAWE, F. A. ; MENEZES, E. S. A luta pela floresta e pela água: O processo de territorialização da aldeia Beija-flor. Espaço Ameríndio (UFRGS) , v. 18, p. 218-239, 2024.

    JÚNIOR, Davi Pereira. Quilombos de Alcântara: Território e Conflito: O intrusamento do território das Comunidades Quilombolas de Alcântara pela empresa binacional Alcântara Cyclone Space. Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2009.

    LOPES, Danilo da Conceição Serejo. A atemporalidade do colonialismo: contribuições para entender a luta das comunidades quilombolas de Alcântara e a base espacial. EDUEMA-Editora da Universidade Estadual do Maranhão, 2020.

    MENEZES, E. S. . Etnografia de documentos sobre violações de direitos humanos e trabalho escravo no Rio Negro – AM. Revista de Políticas Públicas e Gestão Educacional (POLIGES) , v. 3, p. 39-65, 2022.

    MENEZES, ELIEYD SOUSA DE . As práticas no extrativismo vegetal no rio Negro: políticas exíguas, imobilização da força de trabalho de povos indígenas e seu enfrentamento. Horizontes Antropológicos (UFRGS. IMPRESSO) , v. 26, p. 191-218, 2020.

    NUNES, Patrícia Portela. A Terra da Pobreza e as Comunidades Remanescentes de Quilombos de Alcântara: identidade étnica e territorialidade. Cabo dos trabalhos, v. 10, p. 30-48-18, 2014.

    NUNES, Patrícia Portela. Os designados mapeamentos “participativos” e o emaranhado de atos de intervenção. São Luís: Editora UEMA, 2019. v. 1. 163p.

    PINTO, Regiane de Jesus. Território, parentesco e panema: a Irmandade de Brasília [Dissertação]. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão, 2019.

    PORTELA NUNES, PATRÍCIA MARIA . Conflitos étnicos na Amazônia Brasileira: processos de construção identitária em comunidades quilombolas de Alcântara. Colombia Internacional, v. 84, p. 161-185, 2015.

    TORRES, Rosa Eliana. Povo Tremembé: deslocamentos territoriais e formas de mobilização étnica [Dissertação]. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, 2019.

    Materiais extras

    AGÊNCIA GOV. Entenda como ocorre a titulação para reconhecimento e proteção das comunidades quilombolas.

    ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS

    BRASIL. Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003. Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades quilombolas. Diário Oficial da União, [S. n.], 20 nov. 2003

    Comunidade quilombola: breve estudo normativo sobre o artigo 68 do ADCT e o Decreto n. 4.887/03 no que se refere à desapropriação das terras. Jusbrasil.

    Corte IDH condena Brasil por violações a quilombolas no Maranhão

    Centro de Cultura Negra do Maranhão

    FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES

    Histórias do Padrinho Domingos: o doutor de ossos de Canelatiua – Domingos Ribeiro | Nova Cartografia Social Da Amazônia.

    INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA – INCRA. Incra atua na titulação das comunidades quilombolas de Alcântara (MA). Portal Gov.br, 18 jul. 2023.

    Resumo do acordo de conciliação (2024) entre a União e as Comunidades Quilombolas de Alcântara

    SOUZA, Oswaldo Braga de. Quilombolas conquistam acordo para regularizar território de Alcântara (MA). Instituto Socioambiental, 20 set. 2024.

    Expediente

    Apresentação: Maxie Viana e Clarissa Reche

    Entrevistadas: Patrícia Maria Portela Nunes e Elieyd Sousa de Menezes

    Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana

    Roteiro: Maxie Viana e Daniela Manica

    Revisão do Roteiro: Clarissa Reche

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Maxie Viana e Vanessa Lourenço

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Mapa cartográfico do Maranhão. Fotografia de Vanessa Lourenço, 2024.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica e Igor Pereira

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Patrícia Maria Portela Nunes, Elieyd Sousa de Menezes, Cynthia Martins, Synara Azevedo, Maxie Viana e Vanessa Lourenço
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    Episódio #32: Mulheres empoderando mulheres na Ilha do Marajó (PA)

    09/09/2025 | 41 min
    Como pode ser um projeto de extensão com enfoque feminista na Amazônia? Quais são as demandas, dificuldades e potências de encontros empoderadores entre mulheres? No episódio de hoje, a gente vai te levar conosco pra Ilha do Marajó, no Pará. Vamos conhecer o projeto Empodera Marajoara, coordenado pela professora Lana Macedo, da UEPA, Universidade do Estado do Pará.   

    Nossa equipe atravessou o rio Guamá por duas horas e pouco até chegar no porto de Soure, na ilha do Marajó. De lá, chegamos no campus da UEPA em Salvaterra. Visitamos também o quilombo de Boa Vista, que foi uma das unidades atendidas pelo projeto. 

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição do roteiro

    Currículo lattes de Ana da Conceição Oliveira

    Currículo lattes de Camila Claíde Souza do Vale

    Currículo lattes de Carmelita de Fátima Amaral Ribeiro

    Currículo lattes de Lana Claudia Macedo da Silva 

    Currículo lattes de Ramon Roberto de Jesus Barroso

    Grupo Gênero, Feminismos e Sexualidades (GEFES)

    Instagram do GEFES @gefesuepa

    Universidade do Estado do Pará – Campus Salvaterra

    Pesquisadoras citadas no episódio

    Currículo lattes de Maria Luzia Miranda Álvares

    Currículo lattes de  Maria Páscoa Sarmento de Sousa

    Referências

    BARROSO, Ramon Roberto de Jesus; SILVA, Lana Claudia Macedo da. Gênero e sexualidade na educação brasileira em tempos de movimento escola sem partido. Revista Diversidade e Educação, v. 8, n.1, p. 427-451, 2020.

    MAIA, Tatiana Cristina Vasconcelos; SILVA, Carlos Aldemir Farias da. Narrativas sobre a natureza na voz de crianças quilombolas da Ilha de Marajó. Revista Cocar, v. 19, n. 37, p. 1-15, 2023.

    SILVA, Lana Claudia Macedo da; CARRERA, Ana Daniele Mendes. Em briga de marido e mulher a educação mete a colher: a atuação do profissional de pedagogia no centro de referência de atendimento à mulher em situação de violência. Cadernos de Gênero e Diversidade, v. 3, n. 1, p. 96-113,  2017.

    SILVA, Lana Claudia Macedo da; LOPES, João Luiz da Silva. Gênero e sexualidade na educação: uma experiência com acadêmicas(os) do PARFOR em um município paraense. Revista Exitus, v. 13, p. 01-25, 2023.

    SILVA, Lana Claudia Macedo da; VALE, Camila Claíde Souza do. Independência financeira, liberdade, autoconfiança e consciência coletiva: sentidos do empoderamento feminino. Gênero na Amazônia, n.25, p. 159-174, 2024.

    SILVA, Lana Claudia Macedo da. Violência contra a mulher e educação: desafios e perspectivas da DEAM/Belém, Pará, Brasil. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress, ISSN 2179-510X, , Florianópolis, 2017 (Anais Eletrônicos).

    SILVA, Lana Claudia Macedo da. Trabalho e família na percepção de mulheres provedoras. Gênero na Amazônia, n.1, p. 61-83, 2012.

    Materiais extras

    GEPEM. A trama teórica de Nancy Fraser pelo olhar da Dra. Cristina Maneschy.  

    GEPEM. GEPEM ACONTECE. 

    Gepem-UFPA. 

    Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher (NEIM). 

    SARMENTO, Maria Páscoa; SOUZA, José Luiz. Quilombolas de Salvaterra, PA: malungagens, práticas de autogestão e conflitos nas batalhas contra a covid-19. Revista Terceira Margem Amazônia. v. 7, n. 17, p. 227-248, 2022.

    ARUZZA, Cinza; BHATTACHARYA, Tithi; FRASER, Nancy. Feminismo para os 99%: Um Manifesto. São Paulo:Boitempo, 2019.

    BEAUVOIR, Simone. O Segundo Sexo: fatos e mitos. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1985.

    BERTH, Joice. O que é empoderamento? Belo Horizonte: Letramento, 2018.

    CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdades no Brasil. São Paulo: selo negro, 2011.

    DAVIS, Ângela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2017.

    FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. 24 edição. São Paulo: Edições Graal, 2007.

    FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 50. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

    HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. 8ª edição. Rosa dos tempos. Rio de Janeiro, 2019.

    HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.

    GOHN, Maria da Glória. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 13, n. 2, p.20-31, maio-ago, 2004.

    RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Editora Letramento. Belo Horizonte, 2017.

    SARDENBERG, C. M. B. Conceituando “empoderamento” na perspectiva feminista. In: Seminário Internacional: Trilhas do Empoderamento de Mulheres, 1., 2006, Salvador. Anais eletrônicos. Salvador: UFBA, 2006.

    Expediente

    Apresentação: Daniela Manica e Fernanda Mariath

    Entrevistadas: Lana Macedo, Ana Conceição Oliveira, Ramon Barroso, Sara Monteiro e Lídia Paraense

    Transcrições das Entrevistas: Isabela Dantas

    Roteiro: Daniela Manica

    Revisão do Roteiro: Clarissa Reche

    Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Tánia Perez-Bustos e Isabela Dantas

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira 

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Estandarte da Biblioteca Samaúma, na Escola Quilombo Boa Vista (PA). Fotografia de Lana Macedo, 2024. 

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Fernanda Mariath e Igor Pereira

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Lana Macedo, Ana Conceição Oliveira, Ramon Barroso, Sara Monteiro, Lídia Paraense, Carmelita Ribeiro, Lindiara dos Prazeres, Tania Perez-Bustos, Isabela Dantas
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    Episódio #31: Territorialidade e a resistência de mulheres quilombolas no Vale do Jequitinhonha (MG)

    12/08/2025 | 42 min
    A grande maioria dos territórios quilombolas no Brasil ainda sofre com as questões de reconhecimento e de legitimidade, apesar de algumas políticas de demarcação e regularização territorial nos últimos anos. Quando legitimados pelo Estado brasileiro, ainda lidam com o abandono do poder público, que falha ao não oferecer infraestrutura mínima, como acesso a água, saúde e educação. 

    As comunidades remanescentes quilombolas, hoje, ocupam uma posição central na construção de um bem viver culturalmente adequado, principalmente pelas mulheres quilombolas, que são as protagonistas desses territórios. Neste episódio, apresentamos uma conversa que foi gravada em setembro de 2024, no Quilombo Córrego da Rocha, localizado no Vale do Jequitinhonha. 

    Conversamos com Flora Gonçalves e Cida Silva, e com muitas outras mulheres das comunidades locais, que contam da tristeza de conviver com a necropolítica que produz insegurança hídrica, entre tantos outros problemas. Falamos sobre os quilombos como lugares de memória, resistência e esperança, e sobre os desafios contemporâneos para conseguir assegurar direitos básicos à população quilombola. 

    Mais informações

    Página do episódio

    Transcrição completa do episódio

    Currículo Lattes de Flora Rodrigues Gonçalves 

    Maria Aparecida Machado Silva, agricultora e trabalhadora rural

    Quilombo Córrego do Rocha 

    Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Minas Gerais

    Referências

    ALMEIDA, Mariléa. Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas. São Paulo: Elefante, 2022.

    GONÇALVES, Flora Rodrigues. “Para além do método”: entrevista-experiência com as mulheres quilombolas do Vale do Jequitinhonha, MG. In: Polyana Aparecida Valente. (Org.). História Oral e questões de saúde e ciência: Atravessamentos. 1ed. São Paulo: Letra e Voz, 2024, v. 1, p. 79-92.

    GONÇALVES, Flora Rodrigues; CHAVES, Bráulio Silva; VALENTE, Polyana Aparecida.   Interseccionalidade e Covid-19. Estudos de Sociologia, v. 29, p. 309-337, 2024. 

    GONÇALVES, F., Valente, P. A., & Mendes, C. R.. (2024). Da Lagoa do Boi Morto à Barragem da Toldinha: a água como elemento central para a construção de territórios sustentáveis e saudáveis no Médio Jequitinhonha. Saúde Em Debate, 48 (spe1), e8577.

    GONÇALVES, Flora Rodrigues; Valente, P. A.; Machado, M. A.; Santos, C. A.. Saber Vence Demanda: a pandemia de Covid-19, quilombos e aglomerados urbanos e o protagonismo de mulheres líderes comunitárias. Boletim ESOCITE.BR. v.3, p.38, 2023. ISSN 2675-9764. 

    NEVES-SILVA, Priscila; SCHALL, Brunah; GONÇALVEZ, Flora Rodrigues; ALVES, Estela Macedo; DOS SANTOS, Sebastiana Rodrigues; VALENTE, Polyana Aparecida; PIMENTA, Denise Nacif; HELLER, Léo. Quilombola women from Jequitinhonha (Minas Gerais, Brazil) and access to water and sanitation in the context of COVID-19: a matter of human rights. Frontiers In Water, v. 6, p. 01-10, 2024

    SCHALL, B.; GONÇALVES, Flora Rodrigues; VALENTE P. A.; CHAVES M; Silva, B.; PORTO, Paloma; MARINA, A.; PIMENTA, D. N. Gênero e Insegurança alimentar na pandemia de Covid-19 no Brasil: a fome na voz das mulheres. Ciência & Saúde Coletiva, v.1, p.1 – 10, 2022. ISSN 1678-4561

    GOMES, Flávio dos Santos Gomes. Mocambos e Quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil – 1ª Ed.- São Paulo: Claro Enigma, 2015

    STENGERS, Isabelle. Uma outra ciência é possível: Manifesto por uma desaceleração das ciências. São Paulo: Editora Boitempo, 2023.

    Materiais Extras

    BARRENSE, Heloísa. Vale do Lítio: exploração do mineral de baterias gera preocupação em MG. UOL, 2024. 

    HERNÁNDEZ, M. O. As perspectivas sobre a exploração de lítio nos Andes bolivianos. Nexo Jornal, 2023.

    ‌MONTEIRO, Karla. Pobre cidade rica: a pequena Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, e a corrida pela riqueza do lítio. Revista Piauí, 2024. 

    Expediente

    Apresentação: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche

    Entrevistadas: Flora Rodrigues Gonçalves, Maria Aparecida Machado Silva

    Transcrições das Entrevistas: Igor Pereira

    Roteiro: Daniela Manica e Flora Gonçalves

    Revisão do Roteiro: Clarissa Reche

    Entrevistas e Gravação: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche 

    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal

    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira 

    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)

    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).

    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica

    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0

    Música: “Já foi” de Janine Mathias

    Imagem do header: Grafite de Priscila Amoni (2024) no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Fotografia tirada por Irene Chemin.

    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica

    Divulgação: Fernanda Mariath

    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Irene do Planalto Chemin, Clarissa Reche, Daniela Manica e a equipe do Mundaréu, Flora Gonçalves, Cida Machado Silva, Denise Nacif Pimenta, Comunidade Quilombola Córrego do Rocha, Polyana Valente, Lidiane Araújo, Dona Dulmira, Sueli, Seu Tião, Brunah Schall, Cleiton Mendes, Instituto René Rachou – Fiocruz Minas.

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